| Segurança |
Apoiar as companhias aéreas no avanço da segurança da aviação, fomentando uma cultura de segurança proativa e fortalecendo as práticas de gestão de riscos. |
- Garantir que todas as companhias membras da ALTA estejam em conformidade com IOSA/ISSA até o final de 2026.
- Expansão das Equipes Colaborativas de Segurança (CSTs) na região, com adoção regulatória formal em dois países.
- Implementação de medidas de mitigação de risco aviário em pelo menos dois Estados.
- Pressionar os Estados para traduzir os roteiros de segurança nacionais em ações concretas de mitigação nos mercados prioritários (Brasil, Mexico, Colômbia).
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| Sustentabilidade |
Promover a aviação sustentável por meio de tecnologias mais limpas, cooperação climática regional e regulamentação ambiental equilibrada e alinhada às realidades econômicas locais. |
- Alcançar a inclusão de pelo menos três recomendações do roteiro da ALTA em agendas legislativas, marcos de políticas públicas ou planos nacionais de aviação.
- Realizar pelo menos três oficinas de alinhamento com partes interessadas estratégicas, incluindo autoridades governamentais, reguladores, operadores aeroportuários e grupos do setor, com resultados e compromissos documentados.
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| Combustível |
Melhorar a competitividade do combustível por meio de alinhamento de políticas, transparência e planejamento de contingência. |
- Produzir avaliações comparativas de custos de combustível para pelo menos três mercados-chave (Mexico, Equador, Bolívia) para identificar fatores de divergência de preços e oportunidades de alinhamento regulatório.
- Realizar revisões regionais de oferta de combustível e estrutura de tarifas (impostos, margens, tarifas, fatores logísticos) e compartilhar os resultados com as autoridades para fortalecer a transparência e a competitividade.
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| Infraestrutura |
Promover uma infraestrutura aeronáutica moderna e escalável, alinhada às necessidades operacionais das companhias aéreas. |
- Desenvolver um ranking de infraestrutura aeroportuária utilizando indicadores padronizados de capacidade e eficiência para avaliar o desempenho dos aeroportos.
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| Operações Técnicas |
Melhorar a confiabilidade da frota e a eficiência de custos por meio de colaboração regional e aquisição baseada em dados. |
- Publicar relatórios semestrais de confiabilidade para motores CFM56 e LEAP.
- Organizar oficina técnica específica sobre melhores práticas do motor LEAP.
- Compartilhar resultados consolidados de avaliação de desempenho de fornecedores com as companhias aéreas membras.
- Realizar oficinas e webinários sobre adoção de peças alternativas para alcançar eficiências na cadeia de suprimentos técnica (PMAs, USM, DERs e outros).
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| Regulatório |
Defender a harmonização regulatória e a transparência que apoiem um setor de aviação mais eficiente e competitivo. |
- Eliminar, adiar ou emendar propostas legislativas de proteção ao consumidor prejudiciais, garantindo alinhamento com as práticas recomendadas pelo setor. Ex.: Brasil, Peru, Colômbia.
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| Tributação e Tarifas |
Monitorar as políticas fiscais regionais e as tarifas aeroportuárias/ANSP para minimizar o ônus financeiro e de conformidade sobre as companhias aéreas. |
- Eliminar, adiar ou emendar impostos e tarifas relacionados à aviação que não estejam em conformidade com as práticas recomendadas pela ICAO no Brasil, Mexico, Panama e Colômbia.
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| Treinamento |
Promover a harmonização regional do licenciamento de pilotos e da certificação de treinamento em simuladores para apoiar a mobilidade, o reconhecimento internacional de licenças e a eficiência. |
- Defender a implementação dos padrões do Doc 9625 da ICAO para dispositivos de treinamento em simulação de voo em pelo menos dois países.
- Expandir os marcos de reconhecimento mútuo para licenciamento de pilotos, incorporando-os a acordos multinacionais para validação automática de licenças.
- Fortalecer os marcos de certificação regional para centros de treinamento de aviação civil, adicionando novos Estados ao acordo de cooperação SRVSOP.
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