Em janeiro de 2026, o tráfego aéreo total de passageiros de, para e dentro da América Latina e Caribe atingiu 45,1 milhões de passageiros, o que representa um crescimento anual de 6,2% em relação a 2025, equivalente a 2,63 milhões de passageiros adicionais. 82% do crescimento líquido concentrou-se no tráfego intrarregional (doméstico + internacional intrarregional). A oferta total de voos aumentou 5,2% no ano, enquanto a capacidade medida em assentos cresceu 3,9%. No segmento de carga aérea internacional, foram transportadas 307.410 toneladas na região durante janeiro, o que representa um crescimento interanual de 1,9% em relação a 2025. O volume permaneceu concentrado nos principais mercados da região, com Colômbia, Brasil e México representando cerca de 60% do total.
Resumo de indicadores:
Tráfego de Passageiros:
Carga Aérea:

Tráfego aéreo em janeiro de 2026: principais resultados:
o Do total, 54% correspondeu a voos domésticos e 46% a internacionais. Dentro do tráfego internacional, 26% foi intrarregional (entre países da América Latina e Caribe) e 74% extrarregional.
o Transportou 12,4 milhões de passageiros (+10,3% no ano), com 17 meses consecutivos de crescimento no mercado doméstico. Além disso, o tráfego internacional superou pela primeira vez os 3 milhões de passageiros em um mês, um recorde para o país.
o Panamá cresceu 15% no ano, seguido pela Argentina com 12,3%. Na Argentina, janeiro de 2026 foi o mês com maior tráfego de passageiros em sua história, com 3,42 milhões de passageiros.
o Após fechar 2025 com uma queda de 1,2%, o tráfego doméstico cresceu 9,5% no ano em janeiro de 2026.
o As quedas mais acentuadas foram observadas na Jamaica (-29,4%), Bolívia (-14,3%), Cuba (-5,9%) e Chile (-2,6%).
“2026 começa com um crescimento de 6,2% no tráfego de passageiros na América Latina e no Caribe, totalizando 45,1 milhões de viajantes em janeiro. O crescimento concentrou-se no tráfego doméstico e intrarregional, com o Brasil respondendo por cerca de 44% do aumento regional, além de desempenhos de destaque no Panamá, na Argentina e na Colômbia. No segmento de carga, o crescimento se manteve positivo, embora mais moderado e concentrado em determinados mercados, refletindo dinâmicas distintas na região, com variações negativas observadas na Colômbia e no Brasil”, afirmou Peter Cerdá, CEO da ALTA.
A análise completa, incluindo detalhamento por país, mercados internacionais, novas rotas e carga aérea, está disponível em:
• Relatório de Tráfego ALTA – janeiro de 2026
• Relatório de Carga ALTA – janeiro de 2026
Glossário: RPK (Revenue Passenger Kilometers) quantidade de passageiros pagantes transportados multiplicado pela distância percorrida | ASK (Available Seat Kilometers) quantidade de assentos disponíveis para venda multiplicado pela distância percorrida | Fator de Ocupação. obtém-se dividindo os RPK pelos ASK.
Nota Metodológica: Neste documento, a região da América Latina e Caribe (LAC) se define como a soma da América do Sul, América Central, Caribe e México. Esta definição se utiliza de forma consistente para todas as análises de tráfego regional e internacional.
Consideram-se voos domésticos aqueles realizados dentro de um mesmo país. O tráfego internacional se classifica em dois grandes segmentos: