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O tráfego aéreo na América Latina e no Caribe cresceu 6,6% em fevereiro

Em fevereiro de 2026, o tráfego aéreo total de passageiros de, para e dentro da América Latina e do Caribe atingiu 39,4 milhões de passageiros. Isso representa um crescimento interanual de 6,6% em relação a fevereiro de 2025, equivalente a 2,44 milhões de passageiros adicionais. O crescimento superou o observado em janeiro, que foi de 6,2%. A oferta total de voos aumentou 3,4% em comparação anual, enquanto a capacidade, medida em assentos, cresceu 4,3%.

By · 17 abr. 2026


  Resumo de indicadores:

Tráfego aéreo em fevereiro de 2026: principais resultados: 

Do total, 52,8% corresponderam a passageiros domésticos e 47,2% a internacionais. Dentro do tráfego internacional, 27% foi intrarregional (entre países da América Latina e do Caribe) e 73% extrarregional.

Dois em cada três passageiros adicionais viajaram em rotas domésticas ou intrarregionais. O tráfego internacional intrarregional cresceu 12,8%, mais que o dobro do doméstico.

Transportou 10,5 milhões de passageiros (+9,9% interanual), com 18 meses consecutivos de crescimento no mercado doméstico.

Cresceu 15,5% em termos interanuais, impulsionado pelo aumento do tráfego entre o Panamá e os Estados Unidos, que avançou 8,3%.

Após encerrar 2025 com queda de 0,3%, o tráfego entre a região e os EUA cresceu 1,6% interanual em fevereiro de 2026 e acumula dois meses seguidos de alta, após avançar 0,6% em janeiro.

Os RPK aumentaram 8,8%, enquanto os ASK cresceram 5,8%, elevando o fator de ocupação para 85,3%, 2,4 pontos percentuais acima de fevereiro de 2025.

 

A aviação na América Latina e no Caribe continua apresentando um crescimento sólido, impulsionado principalmente pelo fortalecimento da conectividade e pela demanda dentro da própria região. Em fevereiro, dois de cada três passageiros adicionais viajaram em rotas domésticas ou intrarregionais. Ao mesmo tempo, a demanda com os Estados Unidos voltou a crescer e acumula dois meses consecutivos de alta, em um mercado que concentra aproximadamente um de cada cinco passageiros da região”, afirmou Peter Cerdá, CEO da ALTA.

 

A análise completa, incluindo detalhamento por país, mercados internacionais e novas rotas, está disponível em: Relatório de Tráfego da ALTA – fevereiro de 2026

 

Glossário: RPK (Revenue Passenger Kilometers) quantidade de passageiros pagantes transportados multiplicado pela distância percorrida | ASK (Available Seat Kilometers) quantidade de assentos disponíveis para venda multiplicado pela distância percorrida | Fator de Ocupação. obtém-se dividindo os RPK pelos ASK.

Nota Metodológica: Neste documento, a região da América Latina e Caribe (LAC) se define como a soma da América do Sul, América Central, Caribe e México. Esta definição se utiliza de forma consistente para todas as análises de tráfego regional e internacional. Consideram-se voos domésticos aqueles realizados dentro de um mesmo país. O tráfego internacional se classifica em dois grandes segmentos:

•  Tráfego internacional intrarregional: voos entre países dentro da LAC (por exemplo, Argentina–Brasil ou México–Colômbia)

•  Tráfego internacional extrarregional: voos entre LAC e outras regiões do mundo (como América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico, Oriente Médio ou África).



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Johnny
Gallardo

Accounting Director

Johnny é Contador Público formado pela Universidade Santa María em Caracas, Venezuela. Possui mais de 30 anos de experiência nas áreas de Administração, Contabilidade e Finanças, liderando a implantação de sistemas administrativos e financeiros e reestruturação do departamento contábil. Em janeiro de 2009 ingressou na ALTA como chefe de administração e finanças sendo responsável pela auditoria externa, dos procedimentos internos, control de ativos e coordenação dos serviços e manutenção de TI, assim como dos forecast e relatórios financeiros de forma a impulsionar rentabilidade atual e de longo prazo.

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Carolina é advogada, especialista em Direito e Negócios Internacionais desde 2007. Atuou no Citibank, na Asobolsa (como Vice-Presidente Jurídica e Administrativa), na IATA (como Gerente de Assuntos Governamentais) e, mais recentemente, prestou serviços de consultoria em desenvolvimento pessoal e profissional.